09 mai

Nesta terça-feira, 9 de maio, os deputados estaduais Capitão Wagner (PR), Carlos Matos (PSDB), Leonardo Araújo (PMDB), Fernanda Pessoa (PR), Roberto Mesquita  (PSD) e Odilon Aguiar (PMB), debateram durante reunião na Assembleia Legislativa do Ceará, a paralisação das obras da Transposição do Rio São Francisco – Eixo Norte.

O objetivo principal, segundo Capitão Wagner, era esclarecer alguns questionamentos com relação a licitação da Transposição do Rio São Francisco. “Ficou muito claro pelo posicionamento do Ministério Público Federal, da AGU e também do Tribunal de Contas da União, que a licitação ocorreu de forma lícita e que o dinheiro já está em caixa, à disposição para o início das obras, e o que está impedindo isso é uma ação judicial de uma empresa cearense. A PB Construções entrou com uma ação para tentar barrar a licitação e isso está atrapalhando. Já tentei contatar o presidente da Casa, o deputado Zezinho Albuquerque (PDT) e o grupo do qual ele faz parte uma intervenção junto à empresa, até porque eles são próximos, já realizaram muitas obras na gestão passada e continuam realizando”, disse.

Para Capitão Wagner, seria interessante que a empresa pudesse retirar o recurso. “Até pelo fato de que o processo está avançado e não tem mais como essa empresa vir realizar esta obra e a única coisa que eles estão fazendo é atrapalhar. O dinheiro está garantido, são mais de R$ 500 mil reais. A empresa já foi escolhida através do processo licitatório e o que está faltando realmente é só a liberação da justiça para que o processo de obra seja iniciado”.

O parlamentar, em nome de todos os parlamentares presentes na reunião, fez um apelo à empresa, para que ela desista do recurso e assim facilite o início das obras, que são importantes. “Em nenhum momento queremos favorecer empresa A ou B. O que a gente quer é que a obra se inicie, pois estamos vivendo uma crise gigantesca, apesar do período chuvoso ter sido bom, o açude Castanhão e o açude Oróz não pegaram uma recarga de água suficiente para o próximo ano, então se nós tivermos uma seca no próximo ano vamos ter um colapso na Região Metropolitana e no Interior do Estado”, finalizou.

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