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Em pronunciamento nesta terça-feira, 10 de outubro, na Assembleia Legislativa do Ceará, o deputado estadual Capitão Wagner (PR) repercutiu a reunião dos parlamentares que fazem a oposição do Estado do Ceará, que aconteceu na ultima sexta-feira, no gabinete do senador Tasso Jereissati.

Participaram da reunião os deputados Genecias Noronha (SD), o deputado Carlos Matos (PDSB), deputado Domingos Neto (PSD), deputado Moses Rodrigues (PMDB), o prefeito de Maracanaú, Firmo Camurça (PR), o presidente do PSDB Ceará, Luís Pontes, o senador Tasso (PSDB) e o presidente de honra do PR, Roberto Pessoa. Para o deputado Capitão Wagner, o que levou a imprensa a repercutir a reunião foi o pleito eleitoral de 2018. “Na ocasião tivemos a oportunidade de discutir e fazer um pedido ao senador Tasso para que pudesse, mais uma vez, sacrificar o seu convívio familiar e o dia-a-dia para que venha disputar as eleições do próximo ano,” disse.

Capitão Wagner explicou que a construção da oposição para a disputa de eleições é bem diferente da construção da base governista, onde uma família é quem determina quem deve disputar um cargo político. “Diferentemente da situação, nós conversamos, de forma democrática, com todos os parlamentares que compõem o bloco de oposição a fim de formar uma chapa competitiva e vitoriosa que atenda os anseios da população,” salientou.

O deputado disse que em um Estado tomado pelo crime organizado a oposição precisa oferecer um novo plano de gestão para a população. “Reafirmo a oposição do Estado do Ceará não irá se aliar a um grupo político que possui uma família ditando os rumos que devem ser tomados, sem consultar a população,” ressaltou.

Capitão Wagner afirmou que existe sim a possibilidade do senador Tasso disputar as eleições do ano que vem, mas caso isso não venha acontecer, a oposição apresentará uma chapa completa para concorrer ao pleito de 2018. “Não apresentaremos candidaturas apenas para demarcar espaço, mas sim com condições de disputar e vencer para apresentar soluções para os diversos problemas enfrentados pela população do Estado do Ceará”, concluiu.

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