19 mai

Na sede da Secretaria de Justiça, estive com membros da Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (APAC) do Rio Grande do Norte apresentando e discutido o modelo de humanização do sistema penitenciário ao secretário Hélio Leitão.

A APAC é uma entidade civil, sem fins lucrativos, que se dedica à recuperação e reintegração social dos condenados a penas privativas de liberdade, bem como socorrer a vítima e proteger a sociedade.

Cléber Costa, vice-diretor do APAC, apresentou a metodologia de novas práticas de ressocialização do preso e a humanização das cadeias, que já funciona em 17 países e conta com 120 unidades no Brasil, sendo 100 delas em Minas Gerais. Vale destacar que Minas tem sido referência em ressocialização de presos.

Segundo o vice-diretor, a manutenção de um preso no sistema atual é R$ 1800,00, enquanto no modelo APAC o valor cai para R$ 900,00. Outro número alarmante é a taxa de reincidência que no sistema APAC cai de 75% para menos de 10%.

Neste sentido, o deputado estadual, Capitão Wagner, é autor de um projeto de lei que cria um programa de ressocialização dos presos no Ceará. O objetivo é reduzir a reincidência dos criminosos e oferecer condições necessárias para sua (re)inserção na sociedade.

Também participou da reunião, Luiz Eduardo Girão do  Movimento em Favor da Vida (Movida), que destacou a importância de humanizar a execução penal e contribuir para a construção da paz social.

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